quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Sabine dos Reis
Sabine dos Reis nomeada Embaixadora de Guimarães 2012
Sabine dos Reis foi nomeada Embaixadora oficial de Guimarães 2012 com o intuito de estabelecer ligações duradouras além-fronteiras. A vereadora e também Presidente dos Amigos de Guimarães, já havia sido homenageada em Portugal, no passado mês de Janeiro, aquando da oficialização da função, juntamente com outros Embaixadores da cidade de Guimarães.
Nascida em Tourcoing, Sabine dos Reis sempre viveu rodeada de vizinhos e amigos oriundos do Norte de Portugal: ”90% dos habitantes de Tourcoing que têm origens portuguesas, são do norte de Portugal”. O seu papel de Embaixadora representa a oportunidade de dar a conhecer uma cultura particular e de grande riqueza.
Concurso “Cœur de Guimarães” (Coração de Guimarães)
Durante o mês de Novembro, a população de Tourcoing foi convidada a criar o logótipo Tourcoing/Guimarães 2012. “Lançamos este concurso com o objectivo de envolver todos os artistas da nossa cidade neste projecto cultural. Recebemos propostas gráficas bastante criativas”, explicou Vincent Lannoo, adjunto do presidente da Câmara. A iniciativa contou com a participação de cerca de 80 pessoas e o vencedor ganhará uma viagem a Guimarães.
Concurso “Cœur de Guimarães” (Coração de Guimarães)
Durante o mês de Novembro, a população de Tourcoing foi convidada a criar o logótipo Tourcoing/Guimarães 2012. “Lançamos este concurso com o objectivo de envolver todos os artistas da nossa cidade neste projecto cultural. Recebemos propostas gráficas bastante criativas”, explicou Vincent Lannoo, adjunto do presidente da Câmara. A iniciativa contou com a participação de cerca de 80 pessoas e o vencedor ganhará uma viagem a Guimarães.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Cantarinha dos Namorados
| Cantarinha das Prendas ou Dos Namorados | | |
| Em barro vermelho, polvilhada de mica branca com motivos arcaicos saídos das olarias de Guimarães. Significado Emblemático A Cantarinha maior significa a abundância perene que se deseja ao futuro casal, semeada de ilusões e esperanças rutilantes. A Cantarinha menor, aquela que há-de encher a maior, despida de enfeites, significa a vida real, as incertezas do amanhã, o pão nosso de cada dia, as mil e uma coisas que fazem a felicidade do lar, encimada pelo emblema da família, pelo amor de mãe que tudo sacrifica ao bem estar da sua prole, enquanto o homem, ausente, labuta no amanho da terra que lhes dará o sustento. Seu Uso Quando um rapaz escolhia aquela que deveria ser a sua companheira fiel por toda a vida, e se dispunha a fazer o pedido oficial aos pais da «futura», primeiro oferecia à namorada uma Cantarinha das «Prendas». Se esta era aceite, estava feito o pedido particular e desde essa altura ficavam «comprometidos», dependendo apenas do consentimento dos pais o se anunciar o «noivado». Uma vez dado o consentimento dos pais e tendo estes chegado a um acordo quanto ao «dote», a Cantarinha servia então para guardar as «prendas» que o noivo e os pais da noiva ofereciam. As «prendas» eram de ouro, como cordões, tranceletes, corações, cruzes, borboletas, estrelas, arrecadas, relicários, e.t.c., tudo de harmonia com os contratos e haveres dos contratantes. Este uso há muito, já, que foi posto de parte. Hoje só resta a tradição. Bordado de Guimarães Os bordados são entre as artes, das mais nobres e dignas de apreço, o seu nome anda ligado à história das civilizações, sendo do maior interesse conhecer a sua origem e a história através dos tempos. Se os bordados eruditos criados pelos artistas e realizados por especialistas deslumbram pela beleza das suas combinações, complexidade das suas técnicas e perfeição, com que são executados, "os bordados populares encantam pela sua ingenuidade e graça espontânea" O bordado de Guimarães, é a transposição dos bordados antigos de camisas e coletes para toalhas, lençóis e jogos de cama. É feito sobre linho grosso. Os motivos são sempre elementos da natureza: flores e grinaldas estilizadas. As cores deste bordado são: o vermelho, azul, branco, cinza e cru, as cores da natureza. | ||
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Guimarães (Condes de Margaride)
Eram tão próximos dos reis que cada vez que a família real se deslocava ao Norte era na Casa do Carmo (Guimarães) que ficava instalada. Numa carta régia, D. Luís referia o conde de Margaride como "aquele que amo". Os dois eram unha e carne: confidenciavam segredos, partilhavam alegrias e preocupações. O conde era um irrepreensível anfitrião e quando o seu amigo o visitava esmerava-se ainda mais. A propósito de uma das visitas do rei à Casa do Carmo, escreveu o Comércio do Porto (4 de Julho de 1872): "O almoço foi servido em baixela de prata e o jantar e café com baixela de ouro." Acrescentava que a "riqueza" a "boa ordem" e "o delicado gosto" com que tudo estava preparado mereceram " lisonjeiro reparo" por parte dos familiares da Casa Real.
A origem desta família aristocrática começa com um senhor praticamente desconhecido chamado Gonçalo Annes, senhor do Casal de Paçô, em São Romão de Mesão Frio, Guimarães, no século XVI. Vivia bem, dos rendimentos, bens e fazendas agrícolas, mas não era um nobre nem aspirava a tal. Entre os seus descendentes, Gonçalo Annes deixou figuras que se foram destacando ao longo dos séculos: uns foram feitos cavaleiros da Ordem de Cristo, capitães- -mor, fidalgos. Mas foi apenas no séc. XIX que surgiu a personalidade que mais se destacou na família: Luís Cardoso Martins da Costa Macedo - 1.º conde de Margaride, que ao longo da sua vida angariou diversos títulos e distinções. Nasceu num meio privilegiado com muitas propriedades e alguns rendimentos. Formado em Filosofia em Coimbra, foi governador civil de Braga e do Porto, presidente da Câmara de Guimarães, entre muitos outros lugares que ocupou. Era um fervoroso monárquico e um católico dedicado. Ramalho Ortigão falava dele no 1.º volume d' As Farpas. Camilo Castelo Branco escreveu várias vezes sobre as "vitualhas do nobre conde" e também na " reabilitação do visconde de Margaride", incluído nas Noites de Insónias, de 1874, como escreve Luís Miguel Pulido Garcia Cardozo de Menezes no livro Os Condes de Margaride e Sua Descendência. O conde também alimentou ódios, especialmente enquanto presidente da Câmara de Guimarães, incrementando a velha rivalidade entre a cidade e Braga. Num Carnaval de Braga, um boneco com a cara do conde de Margaride foi atirado ao rio no fim dos festejos. Politicamente activo, fez em 1892 um discurso memorável na Câmara dos Pares sobre os problemas de Portugal: "Nós não enfrentamos só um défice, mas três: défice de juízo, défice de moralidade e, como consequência, deficit de dinheiro."
O segundo conde de Margaride - Henrique Cardoso de Macedo Martins e Menezes - foi igualmente um monárquico dos quatro costados. Formado em Direito, foi chefe do Partido Regenerador-Liberal, em Guimarães, e fez carreira como juiz. Manteve uma lealdade inabalável para com a casa real, apesar dos tempos conturbados do final da monarquia. Ainda nos tempos de estudante em Coimbra, ficou para a história o episódio em que defendeu o rei numa situação violenta. Numa deslocação ao Norte, D. Carlos I parou em Coimbra, onde um grupo de estudantes monárquicos confrontou um grupo republicano. Apesar dos tumultos, o rei, nervoso, quis discursar na gare. Foi o jovem conde, ainda estudante, que salvou a situação: pediu licença para pegar no príncipe D. Luís e mostrou-o à multidão, entusiasmada, acalmando os ânimos mais exaltados.
Com a república implementada, o conde de Margaride foi preso devido aos seus ideias monárquicos, mas também porque se opôs à confiscação dos bens da Igreja. Era tão popular que quando foi libertado em Braga o povo recebeu-o com vivas. Em 1923, teve um ataque cerebral que o deixou com uma hemiplegia do lado direito durante dez anos. Morreu em 1933. Desde então, o poder dos Margaride, que teve o seu auge entre o séc. XVIII e XIX, nunca mais foi o mesmo.
O actual representante do título chama-se José Manuel Correa de Barros Cardoso de Macedo e Menezes, 3.º conde de Margaride.
A origem desta família aristocrática começa com um senhor praticamente desconhecido chamado Gonçalo Annes, senhor do Casal de Paçô, em São Romão de Mesão Frio, Guimarães, no século XVI. Vivia bem, dos rendimentos, bens e fazendas agrícolas, mas não era um nobre nem aspirava a tal. Entre os seus descendentes, Gonçalo Annes deixou figuras que se foram destacando ao longo dos séculos: uns foram feitos cavaleiros da Ordem de Cristo, capitães- -mor, fidalgos. Mas foi apenas no séc. XIX que surgiu a personalidade que mais se destacou na família: Luís Cardoso Martins da Costa Macedo - 1.º conde de Margaride, que ao longo da sua vida angariou diversos títulos e distinções. Nasceu num meio privilegiado com muitas propriedades e alguns rendimentos. Formado em Filosofia em Coimbra, foi governador civil de Braga e do Porto, presidente da Câmara de Guimarães, entre muitos outros lugares que ocupou. Era um fervoroso monárquico e um católico dedicado. Ramalho Ortigão falava dele no 1.º volume d' As Farpas. Camilo Castelo Branco escreveu várias vezes sobre as "vitualhas do nobre conde" e também na " reabilitação do visconde de Margaride", incluído nas Noites de Insónias, de 1874, como escreve Luís Miguel Pulido Garcia Cardozo de Menezes no livro Os Condes de Margaride e Sua Descendência. O conde também alimentou ódios, especialmente enquanto presidente da Câmara de Guimarães, incrementando a velha rivalidade entre a cidade e Braga. Num Carnaval de Braga, um boneco com a cara do conde de Margaride foi atirado ao rio no fim dos festejos. Politicamente activo, fez em 1892 um discurso memorável na Câmara dos Pares sobre os problemas de Portugal: "Nós não enfrentamos só um défice, mas três: défice de juízo, défice de moralidade e, como consequência, deficit de dinheiro."
O segundo conde de Margaride - Henrique Cardoso de Macedo Martins e Menezes - foi igualmente um monárquico dos quatro costados. Formado em Direito, foi chefe do Partido Regenerador-Liberal, em Guimarães, e fez carreira como juiz. Manteve uma lealdade inabalável para com a casa real, apesar dos tempos conturbados do final da monarquia. Ainda nos tempos de estudante em Coimbra, ficou para a história o episódio em que defendeu o rei numa situação violenta. Numa deslocação ao Norte, D. Carlos I parou em Coimbra, onde um grupo de estudantes monárquicos confrontou um grupo republicano. Apesar dos tumultos, o rei, nervoso, quis discursar na gare. Foi o jovem conde, ainda estudante, que salvou a situação: pediu licença para pegar no príncipe D. Luís e mostrou-o à multidão, entusiasmada, acalmando os ânimos mais exaltados.
Com a república implementada, o conde de Margaride foi preso devido aos seus ideias monárquicos, mas também porque se opôs à confiscação dos bens da Igreja. Era tão popular que quando foi libertado em Braga o povo recebeu-o com vivas. Em 1923, teve um ataque cerebral que o deixou com uma hemiplegia do lado direito durante dez anos. Morreu em 1933. Desde então, o poder dos Margaride, que teve o seu auge entre o séc. XVIII e XIX, nunca mais foi o mesmo.
O actual representante do título chama-se José Manuel Correa de Barros Cardoso de Macedo e Menezes, 3.º conde de Margaride.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
O papel da cultura na transformação das cidades europeias
Autor: Redaccao em Sexta-feira, 16 Outubro 2009Sem Comentários
Para debater “O Papel da Cultura na Transformação das Cidades Europeias” realiza-se, hoje, sexta-feira e sábado, no Centro Cultural de Vila Flor, o “Fórum Guimarães”, integrado na iniciativa “Uma Alma para a Europa”.Durante dois dias, mais de 120 individualidades oriundas de vários países europeus, desde protagonistas culturais, deputados europeus, representantes de associações empresariais e da sociedade civil em áreas como a geografia, a antropologia, a sociologia, a economia e outras vão “discutir como a cultura pode superar os desafios actuais das cidades e tentar encontrar através do confronto de ideias soluções novas, sempre alicerçadas no papel que a cultura pode ter na governança e desenvolvimento sustentável das cidades”.
A frase é da vereadora da cultura, Francisca Abreu, que explicou que este fórum surgiu da participação de Guimarães na Conferência de Berlim associada à iniciativa “A Soul for Europe” (Uma alma para a Europa), criada em 2004 que teve como um dos objectivos estudar os impactos económicos e sociais das capitais europeias da Cultura e como finalidade a produção de iniciativas locais como esta.
A frase é da vereadora da cultura, Francisca Abreu, que explicou que este fórum surgiu da participação de Guimarães na Conferência de Berlim associada à iniciativa “A Soul for Europe” (Uma alma para a Europa), criada em 2004 que teve como um dos objectivos estudar os impactos económicos e sociais das capitais europeias da Cultura e como finalidade a produção de iniciativas locais como esta.
domingo, 13 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Espectáculo " entreLinhos"
Espectáculo "entreLinhos"
1-12 de 12 Fotos
25 de Agosto 2011
Num espectáculo enquadrado no ciclo “5as à noite no Museu”, o grupo Outra Voz actuou com o Grupo de Cantares Mulheres do Minho no espectáculo “entreLinhos”, no Paço dos Duques de Bragança. O grupo vocal criado pelo cluster Comunidade de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura fez uma interpretação de diferentes cantares inspirados no linho, recuperando a forte ligação que a região vimaranense possui com tão nobre material. Para cumprir o objectivo de levar o rural até à cidade através do linho, a iniciativa contou com a participação especial do Grupo de Cantares Mulheres do Minho, surgido em 1998, após um trabalho de pesquisa e de recolha de música cantada pelas lavradeiras minhotas.
Num espectáculo enquadrado no ciclo “5as à noite no Museu”, o grupo Outra Voz actuou com o Grupo de Cantares Mulheres do Minho no espectáculo “entreLinhos”, no Paço dos Duques de Bragança. O grupo vocal criado pelo cluster Comunidade de Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura fez uma interpretação de diferentes cantares inspirados no linho, recuperando a forte ligação que a região vimaranense possui com tão nobre material. Para cumprir o objectivo de levar o rural até à cidade através do linho, a iniciativa contou com a participação especial do Grupo de Cantares Mulheres do Minho, surgido em 1998, após um trabalho de pesquisa e de recolha de música cantada pelas lavradeiras minhotas.
Rodapé
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Guimarães - Filme " Em digressão "
Lazer
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Flash
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Carro «Guimarães 2012» O tradicional desfile da Marcha Gualteriana encerrou, uma vez mais, na noite desta segunda-feira, as centenárias Festas Gualterianas. Este ano, devido às obras que decorrem no centro da cidade, o cortejo seguiu um itinerário alternativo. A GMRtv mostra-lhe em dez imagens, os dez carros alegóricos da edição 2011 que percorreram as ruas de Guimarães. Carro «Cidade» Carro «Santa Casa da Misericórdia 500 anos» Carro «Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães - Velhos Nicolinos» Carro «Alentejo» Carro «50 anos Ultramar» Carro «Criança - Alice no País das Maravilhas» Carro «Amnistia Internacional» Carro «50 anos na relação com o Espaço» Carro «Veneza» Carro «Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura» Fotos: Ricardo Rocha |
domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Viagem medieval
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domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Guimarães 2012: 'Agora não se pode falhar'
João Serra foi nomeado na quinta-feira presidente da Fundação Guimarães 2012 e, ao SOL, adiantou a urgência em recuperar o entusiasmo da população vimaranense.Reconstruir com a maior brevidade o Conselho de Administração da Fundação Cidade de Guimarães (FCG) e recuperar o apoio da população vimaranense são os dois grandes objectivos de João Serra, o novo presidente da Capital Europeia da Cultura 2012. O administrador foi nomeado pelo edil de Guimarães, António Magalhães, depois de Cristina Azevedo ter abandonado o cargo há uma semana, em divergência com a autarquia. Em declarações ao SOL, João Serra não se quis alongar em comentários sobre como vai ser a sua actuação à frente da Fundação, mas explicou que aceitou o convite depois de sentir a «confiança» depositada em si pelo secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e por António Magalhães.
«Além da urgência em reconstituir o Conselho de Administração, é preciso recuperar o entusiasmo da população local no projecto», afirmou João Serra, acrescentando que agora, a cinco meses e meio do evento, «não se pode falhar». A nova equipa deverá estar reunida dentro de uma semana e um dos nomes mais falados é Carlos Martins, antigo director de projecto que se demitiu em Maio, alegadamente por problemas com Cristina Azevedo.
João Serra está na organização da Guimarães 2012 desde o início e era o ‘número dois’ de Cristina Azevedo. Como administrador foi responsável pela coordenação entre o órgão executivo e os programadores, assumindo ainda um papel importante na área do Pensamento (cujo programador é o escritor Mário Vargas Llosa).
Esta é, aliás, uma das razões para ter sido escolhido na substituição de Cristina Azevedo, esperando-se que a transição seja rápida e pouco conturbada. Pelo menos é essa a crença de António Magalhães, que, no final da reunião camarária de ontem, justificou a nomeação com a «necessidade de continuar a aplicar os critérios seguidos até agora pela Fundação no que toca ao trabalho no terreno».
Episódios desgastantes
Desde Julho de 2009, altura em que foi criada a FCG, sucederam-se as polémicas em torno da organização, a ponto do antigo Presidente da República Jorge Sampaio, actual presidente do Conselho Geral da FCG, ter vindo a público dizer que o evento «estava a ficar marcado por episódios desgastantes».
A primeira crítica, em Outubro de 2010, foi o salário volumoso de Cristina Azevedo, que durante um ano ganhou 14 mil euros brutos por mês, valor entretanto reduzido para 10 mil (o mesmo que João Serra vai auferir), depois de muita contestação. A revolta dos populares foi de tal maneira ostensiva que apareceram, espalhadas por Guimarães, caricaturas de Cristina Azevedo a meter a mão ao bolso.
A seguir, a administração foi acusada, em Janeiro, de não comunicar com os agentes culturais locais, que se queixavam de não estarem representados na programação. Em Abril, Cristina Azevedo admitiu o problema e prometeu resolvê-lo.
Um mês depois, o director de projecto Carlos Martins demitiu-se da administração. A ‘gota de água’ acabou por acontecer há duas semanas, quando António Magalhães retirou a confiança política a Cristina Azevedo. De acordo com o autarca, os atrasos na assinatura de protocolos e os contínuos problemas de comunicação ditaram o divórcio.
O desfecho de Cristina Azevedo na organização da Guimarães 2012 foi conhecido há uma semana, e ontem assinou-se o acordo de indemnização. Até 2015 (quando terminaria o seu contrato), Azevedo receberá cerca de 100 euros por mês, valor equivalente à diferença entre o que ganhava na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (onde estava antes de ir para a FCG) e o novo vencimento.
PERFIL: O professor calmo e sereno
João Serra, de 62 anos, foi chefe da Casa Civil de Jorge Sampaio entre 2004 e 2006, os dois últimos anos de mandato do ex-Presidente da República. Apesar do curto período no cargo, o agora presidente da FCG acompanhou os meses conturbados que se seguiram à saída de Durão Barroso do Governo e à dissolução do Executivo de Santana Lopes.
A sua actuação neste período é recordada por João Gabriel, antigo assessor para a Comunicação Social de Sampaio, como «calma e serena». «Nunca o vi perder o controlo, ou exceder-se no tom das palavras. Quem o conheceu antes de Belém garante que sempre assim foi. Sempre falou baixo e sempre foi ouvido», escreve no livro ‘A Década de Sampaio em Belém’.
Entre o staff de Sampaio era tratado como «o professor», devido ao seu extenso currículo na carreira docente. Licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, começou a dar aulas no ensino secundário aos 22 anos e teve como alunos, entre outros, Pedro Santana Lopes, Francisco Louçã e Carmona Rodrigues.
Aos 30, João Serra ocupou um cargo de docência no Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde leccionou durante cinco anos. Seguiu-se a carreira de investiga- dor no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, na área de História Política e Social. O ingresso na política aconteceu em 1991 quando Sampaio assinou a sua ficha de inscrição no Partido Socialista. Cinco anos depois, iniciou funções na Presidência da República como consultor da Casa Civil do chefe de Estado. Um ano mais tarde, passou a assessor e, em 2004, assumiu a chefia da Casa Civil.
alexandra.ho@sol.pt
«Além da urgência em reconstituir o Conselho de Administração, é preciso recuperar o entusiasmo da população local no projecto», afirmou João Serra, acrescentando que agora, a cinco meses e meio do evento, «não se pode falhar». A nova equipa deverá estar reunida dentro de uma semana e um dos nomes mais falados é Carlos Martins, antigo director de projecto que se demitiu em Maio, alegadamente por problemas com Cristina Azevedo.
João Serra está na organização da Guimarães 2012 desde o início e era o ‘número dois’ de Cristina Azevedo. Como administrador foi responsável pela coordenação entre o órgão executivo e os programadores, assumindo ainda um papel importante na área do Pensamento (cujo programador é o escritor Mário Vargas Llosa).
Esta é, aliás, uma das razões para ter sido escolhido na substituição de Cristina Azevedo, esperando-se que a transição seja rápida e pouco conturbada. Pelo menos é essa a crença de António Magalhães, que, no final da reunião camarária de ontem, justificou a nomeação com a «necessidade de continuar a aplicar os critérios seguidos até agora pela Fundação no que toca ao trabalho no terreno».
Episódios desgastantes
Desde Julho de 2009, altura em que foi criada a FCG, sucederam-se as polémicas em torno da organização, a ponto do antigo Presidente da República Jorge Sampaio, actual presidente do Conselho Geral da FCG, ter vindo a público dizer que o evento «estava a ficar marcado por episódios desgastantes».
A primeira crítica, em Outubro de 2010, foi o salário volumoso de Cristina Azevedo, que durante um ano ganhou 14 mil euros brutos por mês, valor entretanto reduzido para 10 mil (o mesmo que João Serra vai auferir), depois de muita contestação. A revolta dos populares foi de tal maneira ostensiva que apareceram, espalhadas por Guimarães, caricaturas de Cristina Azevedo a meter a mão ao bolso.
A seguir, a administração foi acusada, em Janeiro, de não comunicar com os agentes culturais locais, que se queixavam de não estarem representados na programação. Em Abril, Cristina Azevedo admitiu o problema e prometeu resolvê-lo.
Um mês depois, o director de projecto Carlos Martins demitiu-se da administração. A ‘gota de água’ acabou por acontecer há duas semanas, quando António Magalhães retirou a confiança política a Cristina Azevedo. De acordo com o autarca, os atrasos na assinatura de protocolos e os contínuos problemas de comunicação ditaram o divórcio.
O desfecho de Cristina Azevedo na organização da Guimarães 2012 foi conhecido há uma semana, e ontem assinou-se o acordo de indemnização. Até 2015 (quando terminaria o seu contrato), Azevedo receberá cerca de 100 euros por mês, valor equivalente à diferença entre o que ganhava na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (onde estava antes de ir para a FCG) e o novo vencimento.
PERFIL: O professor calmo e sereno
João Serra, de 62 anos, foi chefe da Casa Civil de Jorge Sampaio entre 2004 e 2006, os dois últimos anos de mandato do ex-Presidente da República. Apesar do curto período no cargo, o agora presidente da FCG acompanhou os meses conturbados que se seguiram à saída de Durão Barroso do Governo e à dissolução do Executivo de Santana Lopes.
A sua actuação neste período é recordada por João Gabriel, antigo assessor para a Comunicação Social de Sampaio, como «calma e serena». «Nunca o vi perder o controlo, ou exceder-se no tom das palavras. Quem o conheceu antes de Belém garante que sempre assim foi. Sempre falou baixo e sempre foi ouvido», escreve no livro ‘A Década de Sampaio em Belém’.
Entre o staff de Sampaio era tratado como «o professor», devido ao seu extenso currículo na carreira docente. Licenciado em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, começou a dar aulas no ensino secundário aos 22 anos e teve como alunos, entre outros, Pedro Santana Lopes, Francisco Louçã e Carmona Rodrigues.
Aos 30, João Serra ocupou um cargo de docência no Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde leccionou durante cinco anos. Seguiu-se a carreira de investiga- dor no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, na área de História Política e Social. O ingresso na política aconteceu em 1991 quando Sampaio assinou a sua ficha de inscrição no Partido Socialista. Cinco anos depois, iniciou funções na Presidência da República como consultor da Casa Civil do chefe de Estado. Um ano mais tarde, passou a assessor e, em 2004, assumiu a chefia da Casa Civil.
alexandra.ho@sol.pt
Um imponente espetáculo de luzes
O evento Guimarães Capital Europeia da Cultura arranca na noite de passagem do ano de 2011 para 2012, com «um imponente espetáculo de luzes, som e cores que dará forma à ideia de criação da vida», disse fonte da organização.A fonte adiantou à Lusa que o Plano de Ação da Fundação Cidade de Guimarães prevê, que a cerimónia de encerramento envolva a produção de “um enorme espetáculo de luz e fogo da «Gert Hof Productions» e um espetáculo musical protagonizado pelos «Coldplay»”.
A produtora do «arquiteto de luz e som» alemão Gert Hof concebeu e realizou, nos últimos 12 anos, mais de 40 mega eventos por todo o globo, com destaque para os da celebração dos milénios da «Berlin’s Victory Column», e da Acrópole de Atenas.
Produziu, também, espetáculos para os “1000 anos da Hungria” em Budapeste, para as celebrações do milénio em Pequim, bem como eventos para a União Europeia, a cidade de Moscovo, os USA, e o sultanato do Omã.
O programa para 2012 contempla, ainda, a dinamização das Festas Nicolinas, dos estudantes da cidade, com destaque para o número do «Pinheiro», com uma iniciativa de “robustecimento de uma antiga tradição de Guimarães”.
Envolve, ainda, o projeto comunitário das «Velas», a 13 de dezembro, para comemorar a atribuição pela Unesco, em 2001, do título de Património Mundial da Humanidade.
O projeto “tem como intenção a de celebrar o orgulho e a alegria partilhadas pelos habitantes de Guimarães através do ato simbólico de colocação de uma vela na frente de cada casa, neste dia memorável”.
A 24 de junho, dia em que se comemora o arranque do processo de luta pela independência nacional, em 1128, no final das celebrações da batalha de S. Mamede, a Fundação pretende que toda a população "celebre a vitória dos partidários de D. Afonso Henriques".
A CEC englobará, ainda, um Festival de Artes Digitais, uma Bienal de Design, e diversos eventos inseridos na vertente «Memória Industrial», com realce para um Congresso Internacional de Reabilitação, Património Cultural e Identidade e para a “preparação do Plano de Gestão para o Centro Histórico de Guimarães Património Mundial".
O projeto da Capital Europeia prevê atrair 1,5 milhões de visitantes aos mais de 500 eventos culturais da sua programação.
O organismo conta realizar parcerias com 24 cidades, 12 das quais europeias, gerar 50 novos negócios criativos, desenvolver 200 ações de formação com mais de dez mil participantes. Conta, ainda, envolver 500 voluntários e 100 embaixadores.
Lusa/SOL
A produtora do «arquiteto de luz e som» alemão Gert Hof concebeu e realizou, nos últimos 12 anos, mais de 40 mega eventos por todo o globo, com destaque para os da celebração dos milénios da «Berlin’s Victory Column», e da Acrópole de Atenas.
Produziu, também, espetáculos para os “1000 anos da Hungria” em Budapeste, para as celebrações do milénio em Pequim, bem como eventos para a União Europeia, a cidade de Moscovo, os USA, e o sultanato do Omã.
O programa para 2012 contempla, ainda, a dinamização das Festas Nicolinas, dos estudantes da cidade, com destaque para o número do «Pinheiro», com uma iniciativa de “robustecimento de uma antiga tradição de Guimarães”.
Envolve, ainda, o projeto comunitário das «Velas», a 13 de dezembro, para comemorar a atribuição pela Unesco, em 2001, do título de Património Mundial da Humanidade.
O projeto “tem como intenção a de celebrar o orgulho e a alegria partilhadas pelos habitantes de Guimarães através do ato simbólico de colocação de uma vela na frente de cada casa, neste dia memorável”.
A 24 de junho, dia em que se comemora o arranque do processo de luta pela independência nacional, em 1128, no final das celebrações da batalha de S. Mamede, a Fundação pretende que toda a população "celebre a vitória dos partidários de D. Afonso Henriques".
A CEC englobará, ainda, um Festival de Artes Digitais, uma Bienal de Design, e diversos eventos inseridos na vertente «Memória Industrial», com realce para um Congresso Internacional de Reabilitação, Património Cultural e Identidade e para a “preparação do Plano de Gestão para o Centro Histórico de Guimarães Património Mundial".
O projeto da Capital Europeia prevê atrair 1,5 milhões de visitantes aos mais de 500 eventos culturais da sua programação.
O organismo conta realizar parcerias com 24 cidades, 12 das quais europeias, gerar 50 novos negócios criativos, desenvolver 200 ações de formação com mais de dez mil participantes. Conta, ainda, envolver 500 voluntários e 100 embaixadores.
Lusa/SOL
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Guimarães 2012 Acordo com Dr. Cristina Azevedo
Actualizar: 22-07-2011
Guimarães2012: Secretário de Estado da Cultura satisfeito com acordo entre Cristina Azevedo e Fundação
Lisboa, 22 de jul (Lusa) - O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, congratulou-se hoje com o acordo de rescisão entre Cristina Azeve...
Guimarães2012: Secretário de Estado da Cultura satisfeito com acordo entre Cristina Azevedo e Fundação
Lisboa, 22 de jul (Lusa) - O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, congratulou-se hoje com o acordo de rescisão entre Cristina Azevedo e o Conselho Geral da Fundação Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012.
De acordo com um comunicado do gabinete da Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Francisco José Viegas manifestou "satisfação com o resultado alcançado e as decisões tomadas" hoje, numa reunião, entre a presidente da Fundação e o Conselho Geral, em Guimarães.
"A Capital Europeia da Cultura inicia agora uma nova fase, para o sucesso da qual será determinante o trabalho até agora desenvolvido pela equipa liderada pela presidente da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina Azevedo", avaliou o governante.
Nas últimas semanas, a Secretaria de Estado da Cultura desenvolveu vários contactos para mediar o conflito entre as partes envolvidas, nomeadamente através de reuniões com a presidente da Fundação Cidade de Guimarães, Cristina Azevedo, e com o presidente da Câmara de Guimarães, António Magalhães.
A SEC recordou ainda que Francisco José Viegas esteve "em contacto permanente" com o presidente do Conselho Geral da Capital Europeia da Cultura, Jorge Sampaio.
Hoje, em reunião extraordinária do Conselho Geral da Fundação Cidade de Guimarães, a Fundação e Cristina Azevedo acordaram a rescisão do vínculo entre ambas as partes, deixando, assim, Cristina Azevedo de ser presidente da Fundação Cidade de Guimarães.
AG/JYCR
Lusa/Fim.
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